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Cem dias na Prisão - Marcos A. Junior


Título: Cem dias na Prisão                                                   Editora: Giostri
Ano: 2017                                                                                      Compre aqui: Americanas l Saraiva
Páginas: 223                                                                                Skoob
Autor: Marcos A. Junior
Exemplar cedido pelo autor.

Sinopse: Thomaz é um jovem de 18 anos, aspirante a escritor, e conta aqui a história mais marcante que já viveu. Durante cem dias ficou preso à sanguinária batalha entre o bem e o mal. Seus sentimentos foram embaraçados e o único desejo que possuía era de livrar-se de tal obscuridade com a tradução de pensamentos em palavras. Suas lembranças foram alteradas. O gênio do mal brincou com as suas suposições. O ambiente no qual esteve foi o pior. Foi largado na imensidão do esquecimento. Abandonado aos seus pensamentos mais trágicos. Destinado a viver toda a vida longe dos pais, irmãos, mulher e sem poder conhecer o filho que estava por nascer nos próximos meses. Tudo o que necessitava era uma saída. Algo que o livrasse da tragédia que é viver preso às grades. As palavras foram o seu refúgio durante dias, mas ele começou a absorver o que o ambiente mais propagava, o mal. Que os pensamentos bons carreguem-no por todo o tempo de sanidade que ainda o resta. Cem dias, noventa horas ou apenas cinco minutos.

Oii gente, tudo bem?
Hoje é dia de trazer a resenha do livro que recebi em parceria com o autor Marcos A. Junior, o qual me tornei parceira recentemente. Estava ansiosa para ler algo do mesmo. Ao conferir a sinopse, vi que a obra abordaria um assunto totalmente diferente, algo que nunca trago por aqui.  Vou contar tudinho o que achei nesta resenha.



Cem dias na Prisão é aquele tipo de livro que nos leva a pensar no que os presos sofrem nos presídios. Muitos indivíduos possuem penas demasiadamente extensas, o que os levam a habituar-se ao ambiente. Em outros casos, como nos do protagonista, por ser um aspirante a escritor, pegam-se refletindo e revoltados com o descaso, pois são humanos iguais a quaisquer outros e devem ser tratados de uma maneira, ao menos, respeitosa. Não é como se desejassem um tratamento equivalente aos que estão, mas uma alimentação digna é desejável, além de instalações ponderadas, mesmo sem muita comodidade. 

"O mundo evoluiu e ele, que sempre fez seu trabalho com eficiência, ficou para trás." Pág. 80

Diante das atrocidades que muitos que estão ali cometeram às outras pessoas, chegamos ao ponto de pensarmos naqueles que entraram sem terem feito nada e que estão ali injustamente, por mero acaso. Aquele tipo de caso sem pé e nem cabeça. Ocasiões que deixam as famílias em desespero e as vítimas sem chão. Apesar desta possibilidade, querendo ou não, todos irão contra o acusado.


Conhecemos Thomaz, um rapaz que estava completando seus 18 anos, praticamente iniciando a sua vida, no dia em que foi capturado. Seu presente de aniversário fora uma prisão inesperada, sem motivos. A única coisa que sabia é que teria de seguir em frente, aguentando firme e forte, pela sua família, mesmo os que o condenaram arbitrariamente, e principalmente por sua esposa grávida, que era seu tudo.

"Todos convivem com as suas piores faces e encontram tranquilidade espiritual em tais brutalidades psicológicas." Pág. 119

Thomaz nos relata a sua tristeza e as atrocidades que teve de aguentar nesse tempo em que esteve preso, sem qualquer regalia ou contato exterior. Apenas recebia visitas, mas raramente alguém ia ao seu encontro, o que o deixara cada vez mais abatido. Fora o fato de tudo ter acontecido de uma maneira tão repentina, o que o fez sofrer aquele “choque” de realidades ao ser encarcerado. Além de esta ser a única vez em que fizera o pai chorar de desgosto. Isso o martirizou por todos os dias em que esteve preso aos próprios pensamentos e anotações. Não queria ter causado tamanha dor a ele, mesmo não sendo culpado.

"A decepção ficou notável em minha expressão após aqueles poucos minutos de enfrentamento próprio." Pág. 207

Esta obra é um relato realista, apesar de não ser um acontecimento vivido pelo autor. É o momento de conhecermos o que os presidiários enfrentam diariamente, onde dormem, o que comem, como vivem, podendo esses serem os últimos dias de suas vidas, dado o conflito recorrente dentro da cadeia, e pensarmos se aquilo é o que queremos para nós, medindo nossos atos futuros.


Cem dias na prisão foi uma leitura rápida e viciante. Pensei que estava começando, mas quando dei por mim, passei da metade em menos de duas horas. Isso foi algo chocante para mim, pois ultimamente ando ficando muito cansada com tudo. Final de ano é assim mesmo.

Houveram momentos da leitura em que tive altos e baixos. Refletia sobre as dificuldades que Thomaz passava a cada dia, além das várias considerações feitas pelo mesmo. Suas palavras eram cruéis e revelavam o que muitas mídias escondem de nós, por não termos conhecimento ou até mesmo evitarmos pesquisar sobre, achando, erradamente, ser uma realidade muito distante de nós.

Sempre gosto muito das edições da Editora Giostri e essa não me decepcionou. As letras são de um tamanho ótimo para a leitura. Para a minha felicidade, não encontrei erros ou acabei não os percebendo, por estar tão envolvida com o que estava ocorrendo na trama.

A escrita de Marcos é ótima! Não é aquela coisa maçante que chega a dar sono. É uma estrutura bem empolgante, por ter exposições, em sua maioria, de até duas frases, o que deixa a leitura mais ágil e bem tocante. Além do mais, eu já tinha lido um conto do autor e apreciado demais.

Sobre o autor:
Marcos A. Junior é natural de Recife – PE e é formado em Análise de sistemas e Administração, apesar de só ter encontrado o verdadeiro prazer da vida quando teve sua primeira obra literária publicada, Herbert Flinch – O Manipulador de Sonhos (Giostri, 2016), seguindo o seu caminho literário com esta obra, lançada em Agosto deste ano.






Espero que tenham gostado desta resenha e até a próxima.
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39 comentários:

  1. Oi Morgs
    Que bacana esta resenha
    Não conhecia ainda Cem dias na prisão, mas já fiquei super curiosa para ler.
    Se você gostou da escrita do Marcos, é muito provável que eu também aprecie!
    Achei a edição bem caprichada, como normalmente são os livros da Giostri.
    Gosto desta temática, li Carcereiros do Drauzio e agora quero ler outros livros desta temática.
    Dica anotada!
    Bjs

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  2. Quando li que ma obra é um retrato realista senti um frio, um frio bem doloroso, a gente sabe que os presídios são difíceis, ver na televisão a situação de alguns é duro.
    Um protagonista que é preso e precisa viver isso acredito ser uma leitura dura e interessante de ser feita.

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  3. Olá, tudo bem Morgs?

    Eu não conhecia o livro e nem o autor, eu me formei em direito e tenho pós-graduação na área, eu já entrei em presídio e penitenciária aqui na minha cidade e discordo de algumas observações que você realizou. Acredito sim que as pessoas que estão presas merecem um tratamento melhor, já que estão em celas superlotadas. Penas extensas eu discordo, o que acontece é que o próprio preso perde o controle do tempo que está preso e muitas pesos pelo fato de não ter uma assistência jurídica tudo foge ao controle. Por outro lado, eles possuem ao menos aqui na minha cidade, alimentação melhor que 70% dos brasileiros. A última vez que eu fui lá era: Café da manhã 7hs, 9hs ganhavam uma fruta, 12hs almoço (carne, salada, legume, arroz e feijão), 16 horas tinha outro lanche, 19hs o jantar e outra fruta. Isso é muito relativo.

    Eu gostei da sua resenha, ficou bem escrita e organizada, respeito as suas observações, não é algo pessoal, esse parece ser um bom livro e realmente fiquei interessado na leitura.

    Bjs

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  4. Oie tdo bem? Não conhecia o autor ainda. Já que você gostou deste livro, vou te indicar Carandiru do Dr. Drauzio Varela, que é na mesma pegada e também é muito bom.

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  5. Saudações literárias! Mais um livro autografado pra sua coleção, sortuda! Gostei desse livro, parece ser intenso do começo ao fim, confesso que fiquei surpreso com à temática, achei interessante levar o leitor para dentro de um presídio. Já vou marcar na minha lista de desejados.

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  6. Gosto muito desse tipo de obra, que mexe com o ser humano. As cadeias deviam ser um lugar para reabilitação do indivíduo na sociedade, mas nós sabemos que não é bem assim que a banda toca. É só ligar a tv e assistir ao jornal... Muito bacana a criatividade que o autor teve em trazer essa tragédia tão realista, e transformar numa "ficção". Ansiosa pra ler esse livro ^^

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  7. Oi, tudo bem?
    Ainda não conhecia esse livro, mas o nome do autor não me é tão estranho. A premissa desse livro e ótimo e, me arrisco a dizer, um pouco polêmica. Leituras que nos fazem pensar sobre alguns assuntos da sociedade são sempre bons. Adorei a indicação.
    Até mais o/

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  8. Ola
    Não conhecia o autor e nem o livro mas adorei a sua resenha, muitas vezes procuro algo diferente para ler e essa parace ser uma otima pedida, vou anotar e espero me empolgar tanto na leitura quanto vc linda.
    Bjus

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  9. Hey, Morgs!

    Gostei muito da sua resenha, gosto de livros assim.
    Se eu tiver a oportunidade, vou querer ler. :)
    E se você gostou desse livro, leia "Estação Carandiru", do Dráuzio Varela. Saiu nova edição intitulada apenas como "Carandiru". É um livro sensacional, tenho certeza de que vai gostar.

    Beijos!

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  10. Olá! Tô aqui sem lembrar se já conhecia ou não a capa desse livro, pois tenho a impressão de já ter visto ele por aí. Esse enredo é bem diferente, parece ser bem forte, né? Confesso que me senti mal com algumas descrições da sua resenha, acredito que não conseguiria ler. Mas adorei sua resenha, é sempre bom conhecermos novos livros e quem sabe mais na frente sair da zona de conforto com eles.

    Um beijo, Pri :*

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  11. Oi Morgs!
    Sempre que venho aqui me deparo com uma resenha de algum livro que não conheço e que é, aparentemente, bem interessante. Gosto disso!
    Achei a proposta do livro bacana, parece ser uma leitura ágil e bem reflexiva. Só fiquei na dúvida em um ponto: o protagonista foi acusado injustamente?
    Beijos

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  12. Oiii Morgs

    Eu nem sempre gosto desse tipo de livro. Às vezes me apetece esse tipo de realismo, mas geralmente me abala e me deprime sabe, então quando posso evito. É um tema controverso, que desperta tanto debate, tanta opinião. Um assunto para se refletir com calma, e certamente sempre interessante colocar-se no lugar do outro, daquele que está passando por isso, especialmente aquele que está nessa situação injustamente.

    Beijokas

    www.derepentenoultimolivro.com

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  13. Oii!
    Não conheço nem o livro nem o escritor, mas parece ser o tipo de leitura cativante que envolve a gente. Parabéns pela resenha <3

    Bjo

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  14. Oii Morg
    Tudo bem?
    Esse gênero não me atari muito mas eu fiquei feliz que por mais que a leitura tenha tido seus altos e baixos foi algo satisfatório.
    Já li um livro da Editora Giostri e sei o carinho que eles têm.
    Bjs

    https://blog-myselfhere.blogspot.com.br/

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  15. Oi, Morgs! Achei a história bem interessante, acho que deve ter uma baita crítica por trás então é uma leitura que leva a muitas reflexões importantes.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

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  16. Olá Morgs,
    Muito interessante as reflexões que esse livro traz e muito mais interessante ele ser uma leitura rápida, porque era tudo que tínhamos a impressão que não seria. Esse livro me lembrou muito Papilon, que se você gosta do tema, precisa ler.
    Vou anotar a dica, sem sombra de dúvidas.
    beijos

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  17. Adorei a sua resenha, amiga. Eu lembro de ter visto a divulgação do livro aqui e que tinha ficado curiosa, mas agora que li a sua resenha eu fiquei ainda mais. Acho que é um livro que me agradaria bastante.

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  18. Olá, esse sem dúvidas e um livro bem diferente,a temática abordada gera conflitos de opiniões sempre que o assunto vem a tona..parece ser um livro que mostra uma perspetiva diferente do que estamos abituado! Ótima dica!

    Beijos,
    Conta-se um Livro

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  19. Oi Morgs, sem dúvida que deve ser uma leitura forte e que tira o leitor de sua zona de conforto, ainda mais quando se tem consciência que a pessoa que viveu tudo isso é um inocente. Não conhecia o livro e vou anotar a dica.
    Bjs, rose

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  20. Olá, acho que já ouvi falar nesse livro. Realmente a realidade nos presídios é bem degradante, e o autor parece ter mostrado isso de forma bem verdadeira na obra.

    petalasdeliberdade.blogspot.com

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  21. Oie
    Uau, amo livros assim. Não conhecia ainda mas já quero ler. É bem diferente do que costumam me indicar. Imagino o que o Thomaz deve ter sofrido, adoraria saber mais detalhes da estória e adorar como você adorou. Amei a resenha.
    Bjos, Bya! 💋

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  22. Oi, tudo bem?
    Eu nunca tinha ouvido falar do livro ou do autor, mas gostei bastante da sua resenha e fiquei super curiosa a respeito do livro!

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  23. Oi, Morgs! Tudo bem?
    Primeiramente, parabéns pela parceria com o autor. Eu ainda não conhecia o trabalho dele, mas fico muito feliz que você tenha gostado tanto da leitura e da escrita dele.
    Acho que ele trouxe um assunto muito importante e que não é comum encontrarmos em livros, mas admito que não faz meu estilo. Apesar de você ter considerado rápido e envolvente, acho que seria uma leitura bastante angustiante e não é bem o que procuro agora.
    De qualquer forma, adorei sua resenha e fico feliz que tenha gostado do livro.
    Beijos!

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  24. Olá!
    Parece um livro que nos deixa refletindo por dias, a gente costuma julgar, se revoltar, querer o culpado atrás das grades, mas tá... quem são os verdadeiros culpados? Não é frequente, mas também não é tão raro pessoas serem presas injustamente ou por roubar um pão para alimentar seus entes da fome que o governo nos impôs viver. E essas pessoas que cometeram pequenos delitos irem parar em presídios juntos com os piores e mais frios elementos da face da terra. Lá eles sofrem atrocidades e saem de lá (quando saem) traumatizados e completamente mudados... para pior. Sim, este é um livro interessante de se ler. Já inclui na minha lista.
    Nizete
    Cia do Leitor

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  25. Oi queri
    Não conhecia autor nem obra e lendo sua resenha fico pensando no quanto isso foi romantizado. Infelizmente não sou uma defensora dos direitos humanos e acredito que a maioria das pessoas que está naquele lugar e porque teve seu motivo, mas minha ideia principal sobre nosso regime presidiário e que está muito errado. Acredito que eles deviam ser colocados trabalhar em qualquer coisa para assim garantirem sua comida e ter o que fazer sem ficar pensando em besteira. Mas aqui é o Brasil e acredito que demore para chegar nesse patamar.
    Beijo
    Raquel Machado
    Leitura kriativa
    Http://leiturakriativa.blogspot.com

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  26. Oiii
    Nunca li nada com esse tema, mas me interessei muito por esse livro! Parece ser um livro que questina, faz pensar e choca acima de tudo! Gostei muito!
    Bjus

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  27. Oi Morgana!

    Tudo bem? Não conhecia o autor, mas achei o tema absolutamente interessante! Eu sou estudante de direito e esse é um tema bem recorrente nas aulas de penal. Já estou familiarizada com ele, mas ainda fico chocada quando leio certas coisas e achei louvável que o Marcos tenha escrito sobre algo tão pouco falado fora do cenário acadêmico!

    É uma pena que a leitura não tenha sido maravilhosa o tempo todo, mas acredito que mesmo com os altos e baixos ela tenha valido a pena e estou bem interessada em saber mais sobre o que Thomaz passou durante a prisão.

    Beijinhos
    www.paraisoliterario.com

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  28. Olá, tudo bem?

    Não conhecia nem o autor nem o livro, achei a premissa bem interessante e fora dos padrões, mas não é meu estilo de leitura, depois de ver que teve momentos em que o livro não empolgou, prefiro mesmo deixar para outro momento.

    bjss

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  29. Olá Morgs!
    Essa deve ser uma história que além de trazer uma dura realidade, deve ser de uma intensidade incrível que pode até chocar em algumas passagens.
    Não sei se leria mas gostei de conhecer mais da sua leitura.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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  30. Oie
    nossa, esta ai um tema que me atrai pois gosto desse tipo de narrativa mais forte com temas pesados, com certeza estou curiosa e vou deixar na lista pois sua resenha me conquistou e o autor parece ser muito talentoso, adorei a dica

    beijos
    http://www.prismaliterario.com.br/

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  31. O legal de seu blog é isso, livros e autores que não estão naquele foco midiático e que mostram terem muito talento. Ser encarcerado deve realmente ser uma experiência forte e até cruel, a depender do caso, tem um livro do Frei Betto, que também é sobre isso, o tempo que ele ficou preso.

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  32. Oie!
    Eu adoro livros que viciam!
    Quando a história me conquista, não há nada que me faça parar. Ainda não conhecia esse título, mas fiquei muito empolgada para ler.
    Ainda mais com uma narrativa tão boa assim.
    Bjks!
    Histórias sem Fim

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  33. Eu realmente senti falta desse tipo de temática dentro do campo editorial e das prateleiras brasileiras, afinal, é algo tão cru e que está estampado e tudo em quanto é lugar que é até difícil perceber que esse não é um tema tão debatido. Às vezes, a gente esquece que quem tá na prisão é gente também. Enfim, é um ótimo tema e o autor trouxe isso para perto dos leitores, fico feliz com a resenha!

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  34. O livro parece ser bem bacana, fiquei curiosa para ler. O título me instigou bastante.
    Ainda não li nada que retrate prisão, quem sabe seja a hora de conhecer.
    Beijos ❤

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  35. Oi, Morgs!
    Premissa interessante, pelo que você mencionou, é uma leitura reflexiva, mas ao mesmo tempo impactante. Queria mesmo era saber se o protagonista descobre porque ele foi preso. Bom saber que a narrativa é daquelas que a gente não quer largar.
    Bjos!
    Lucy - Por essas páginas

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  36. Você contando sobre esse livro lembrei muito dos livros de Erving Goffman que fala um poucos desses sistemas que aprisionam, entre eles as prisões, acho que seria uma leitura que eu faria ainda mais por essa vibe mais de critica que o livro parece ter.

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  37. Oi Morgs!

    Não curto muito livros assim, que falem de coisas próximas da realidade, fico muito angustiada com essas coisas, e a realidade nos presídios deve ser realmente difícil de encarar. Apesar do autor parecer ter uma escrita bem diferente, que acredito que faria a leitura mais fluida, vou preferir anotar como dica de presente.

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  38. Oi Morgs!
    Eu não conhecia esse livro ainda, mas gostei da premissa. Gosto de livros que nos fazem refletir sobre a realidade em que vivemos e a escrita do autor é bem interessante, o que me faz pensar que é uma leitura bem fluida! Acho que vou adicionar a listinha.

    beijinhos!

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  39. Oi, tudo bem?
    Não é algo que eu leria no momento, mas achei a proposta do livro muito interessante, além da capa ser bem bonita.
    Bjs

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