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Viagem pelo ombro da minha jaqueta - Lô Galasso


Título: Viagem pelo ombro da minha jaqueta                    Autora: Lô Galasso
Ano: 1995                                                                                                Editora: Ática
Páginas: 88                                                                                             Skoob

Sinopse: A vida de Plínio está bem enrolada: seus pais vivem reclamando que ele só se mete em encrenca, e André, aquele grandalhão da escola, não se cansa de provocá-lo e, justamente sua grande paixão! 
Não é à toa que o baixinho Plínio às vezes se sente "deste tamanhinho". Opa! parece que ele ficou mesmo "deste tamanhinho". Como será que ele se meteu nessa? 
É o que vai saber lendo as divertidas aventuras de um garoto que se descobre como pessoas no meio deste mundo maluco em que vivemos.

Oii gente, tudo bem?
Hoje é dia de trazer a resenha do livro que peguei em doação onde estudo, fiquei fascinada pela quantidade de livros que estavam doando e acabei selecionando alguns que eu poderia gostar de ler.



Viagem pelo ombro da minha jaqueta é um livro bem amorzinho, cheio de aventuras com Plínio e tudo mais! Lô Galasso nos traz o enredo cheio de artemanhas de deixar a barriga doente, claro que agora vou contar os detalhes, mas sem spoiler!

"O que eu posso fazer se meus neurônios às vezes resolvem se separar e ir cada um para um lado, em vez de se concentrarem nas coisas deste planeta?" Pág. 12

Plínio sempre fora um menino castigado pelo irmão Dênis, que o chamava de Caspa e isso o aflingia e deixava-o muito chateado, seu irmão se divertia, ainda mais por ser mais velho e não sofrer nenhuma consequência por causas de suas atitudes com o irmão menor.



De prache, a mãe de Plínio exigia mais do menino por ser o irmão casula e isso o deixava chateado. Mas, para a sua felicidade seu vizinho era seu amigo, chamado Cabrum, que aprontavam diversas coisas tanto na escola, quanto fora.

"-Se você não é inseto, então só pode ser... o humano miniaturizado!" Pág. 65

Em dia desses, algo acontecera de extraordinário e Plínio se encontrava pequenino, e até então procurou diversas maneiras de voltar ao normal. Vivenciava todas as coisas no tamanho menor, com atitudes e sempre aceitava desaforos, pois não aceitavam que ele falasse ou até mesmo não acreditavam.


Foi uma leitura feita em cerca de três horas, senti-me motivada a comprar e achar mais livros dessa autora, no qual fizera-me dar diversas risadas. Achei tão amável o menino Plínio apesar do que ele inventava e isso me cativou, sempre sendo engraçado em todos os fatos.

Conhecemos diversos momentos na história, até mesmo sobre o bullying que Plínio sofria na escola por causa de um menino maior que o castigava sempre que podia, e até hoje isso acontece prejudicando a todos e causando traumas futuros.
É uma edição antiga lançada pela Editora Ática e isso me surpreende, ficará lindo na minha estante.

Sobre a autora:
Leonilde Galasso nasceu e vive até hoje na cidade de São Paulo, cenário deste seu primeiro texto para o público jovem. Lô, como é mais conhecida, recorda-se que passou a infância e a adolescência acompanhada de livros, os quais não tinha vontade de largar nunca, nem mesmo na hora das refeições. Formada em Ciências Sociais, trocou o rigor de uma tese acadêmica pela aventura de descrever a experiência vivida com o nascimento de suas duas filhas.

Espero que tenham gostado dessa resenha e até a próxima.
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